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A atuação do time de colaboradoras tem sido fundamental para construir a história de sucesso da NSK Brasil, uma das referências no mercado industrial. Graças à dedicação, ao esforço e ao talento plural, tem-se fortalecido valores de equidade de gênero e diversidade na rotina da empresa com debates, ações de relacionamento, palestras e outras iniciativas. 

 

Neste mês, convidamos algumas profissionais em cargos de liderança para contar como tem sido os desafios, as conquistas e a atuação das mulheres na empresa.

 

Confira a entrevista com a Gerente de Vendas, Camila Araújo Pires:

 

1. Como tem sido a sua trajetória na NSK?

 

Entrei na NSK em 2008 e, até então, já contabilizo 13 anos e meio de empresa. Comecei na engenharia de aplicação na área de aftermarket, atuando no segmento de alimentos e bebidas. No início da minha carreira, fiquei um período em treinamento, o que foi primordial para entender o que é um rolamento, quais as aplicações, como o produto funciona e a própria estrutura organizacional.

 

Depois de um ano na área, tive a oportunidade de mudar para vendas. Atualmente, sou gerente responsável por três divisões da NSK Brasil e Argentina: Seiki, OEM Industrial e E&E.

 

2. Já participou ou ajudou a desenvolver algum projeto na empresa? Como foi? Qual foi o resultado?

 

Um projeto importante e recente do qual participei foi a junção de uma área do automotivo ao meu setor, o industrial, que tem uma característica muito similar para todos os clientes, mas que nos levou a agregar procedimentos completamente diferentes.

 

No processo vieram três colaboradores que já atuavam nesse campo, mas o desafio de implantação e adaptação foram enormes.

 

Tivemos que, como dizem, ‘trocar a asa do avião com ele em voo’, mas foi uma experiência muito importante e enriquecedora porque possibilitou que as áreas fossem se conhecendo cada vez mais e aprendendo uma com a outra. Foi muito positivo para ambas.

 

3. Quais foram as principais conquistas pessoais no ambiente de trabalho que você gostaria de destacar? Tem alguma história de superação dentro da empresa para compartilhar?

 

Acho que a minha primeira superação foi em 2011, quando tive a oportunidade de ir, pela primeira vez, ao Japão participar de uma reunião do segmento de bombas e compressores. Pelo que recordo, eu era a única mulher da sala e tive que fazer uma apresentação do mercado brasileiro para um grupo global. Era uma época diferente, em que não tínhamos a mesma consciência do empoderamento que temos hoje.

 

4.  Como você avalia a iniciativa da empresa no sentido de ampliar o debate sobre equidade de gênero e desenvolver a liderança feminina dentro da organização?

 

Eu acho que a NSK Brasil e Américas têm tido uma ação muito grande, muito forte com relação a isso. Entre 2020 e 2021, pude participar do grupo de mulheres das Américas liderado pela Catherine Brodehl, diretora de RH. Acredito que foi extremamente importante para mim naquele momento. Foi um período que coincidiu com a minha gravidez, então pude escutar muito o lado da mãe no mercado de trabalho.

 

Das mulheres que estavam nesse grupo, a maioria tinha filhos e colocava muito essa questão da culpa, da cobrança em querer conciliar tudo e dar o seu melhor na maternidade, em casa, no trabalho, o que me ajudou muito durante a minha licença e no retorno às atividades profissionais. Enfim, foi muito importante ter este tipo de conversa e contato com diferentes culturas.

 

5. Qual é o impacto das iniciativas no ambiente de trabalho?

 

Vou contar um exemplo pessoal. Quando engravidei, inicialmente, eu tive certo receio de contar, mas a partir do instante em que comecei a falar para as pessoas, vi o quão incrível era o momento e como elas também aceitavam de uma maneira muito positiva. Fui extremamente acolhida por todos na NSK. Então, já é algo que faz parte e tem ganhado mais espaço na cultura da empresa.

 

6. Que análise você faz do trabalho das mulheres em uma área que ainda tem em sua maioria colaboradores homens?

 

Sempre tentei me posicionar, emitir minha opinião, colocar o que eu conheço do mercado e acredito que, com isso, consegui o respeito das pessoas, independente do gênero.

 

7. Os grupos de debates são uma realidade em todas as NSKs?

 

Na NSK Américas é uma realidade. A NSK Japão, em 2016, quando a empresa completou 100 anos, foi feita uma forte ação destacando a importância das mulheres na trajetória da companhia com propagandas em trem e outdoors. Lá, já temos um onboarding de mulheres com cargo de liderança.

 

Além disso, as propagandas de NSK da visão 2020 - 2026 têm esse tom de equidade de gênero. A empresa tem feito uma ação global, e aqui, temos uma cabeça bem aberta para a diversidade. Isso tem feito com que cada vez mais a gente possa trazer os valores para os nossos times.

 

8. Que mensagem você deixaria para as mulheres que atuam neste mercado?

 

É importante sempre ter em mente que a gente não precisa deixar de ser mulher para performar no mercado industrial. Sendo mãe de menina, acredito que me tornei mais feminista e empoderada, porque espero que a minha filha, bem com as pessoas que trabalham comigo, tenham cada vez mais essa consciência de que elas podem se destacar no mercado de trabalho independentemente do seu gênero.

 

Para conhecer mais sobre os projetos e a atuação das lideranças femininas da NSK Brasil continue acompanhando as notícias do site.

 

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